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7 de maio de 2018

Sincomércio pede apoio no combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes


O Sincomércio de Penápolis solicita aos seus associados e demais comerciantes que decorem as vitrines de suas lojas com a Margarida Amarela, que é o símbolo da campanha de combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

 

O “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” será celebrado em 18 de maio, quando será realizada uma passeata em Penápolis, às 8h, para chamar a atenção da população sobre a importância do tema.

 

A data foi instituída pela Lei Federal 9.970/00 e neste ano, completa 18 anos. O 18 de Maio é uma conquista na luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro e que já alcançou muitos municípios brasileiros.

A data é uma referência a um caso ocorrido em 18 de maio de 1973, em Vitória (ES), conhecido como o “Caso Araceli”. A menina, de apenas 8 anos, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta da cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

Para evitar que casos como esse continuem acontecendo, o presidente do Sincomércio, Norberto Pereira Laranja, convoca todos os comerciantes a aderir a essa campanha. “É um gesto simples, mas que pode fazer a diferença na vida de muitos inocentes”, comenta.

Ele lembra que é preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida. Muitas pessoas as utilizam para satisfazerem seus desejos e fantasias sexuais e/ou obterem vantagens financeiras e lucros, ou seja, elas podem ser utilizadas nas diversas formas de exploração sexual como: tráfico, pornografia, prostituição e exploração sexual no turismo.

 

É responsabilidade do poder público e da sociedade implementar o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos preconizado no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal 8.069/90), papel esse dos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente no âmbito dos estados e municípios.

 

Ainda na primeira infância a criança começa a notar as diferenças anatômicas entre os sexos e na puberdade passa a desenvolver os desejos sexuais. Por isso, cabe aos adultos proteger, orientar e acolhe-la, ajudando superar mitos, tabus e preconceitos.

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